Quem não larga o velho não consegue abraçar o novo

Por Gabi Chanas em Gabi Chanas

Tive a sorte de conviver até meus 22 anos com a minha avó Adelina, mãe do meu pai. Ela foi, praticamente, a única avó que eu realmente conheci (meu avô paterno morreu quando meu pai tinha um ano, minha avó materna quando eu tinha apenas dois anos e meu avô materno quando eu ainda era bem pequena, por isso tenho raras lembranças dele).

A vó Adelina era absolutamente genial e positiva, o que a gente considerava um milagre diante da vida ralada que ela teve: perdeu o marido cedo e ficou com três crianças menores de 5 anos, poucos dias depois foi mordida por uma cobra e quase morreu, morava numa casa de chão batido que quase desmontava a cada temporal e nunca aprendeu a ler nem escrever.

Se não aprendeu nada na escola, aprendeu com a vida. E, de vez em quando, vinha com umas tiradas que pareciam coisa de filósofo ou de livro de autoajuda, quando nem existia livro de autoajuda. Uma dessas máximas da minha avó eu lembro sempre que passo por algum perrengue de vida:

“Minha filha, a gente não consegue nada novo na vida se segue apegado ao que é velho. Pensa assim: se tu está usando teus braços pra segurar algo com força, como é que vai abraçar outra coisa? Tem que largar o que está segurando, abrir os braços e pegar o que é novo”.

Ela me deu esse conselho quando eu reclamei de não estar lidando bem com o fim de um namoro. Até queria conhecer outras pessoas, mas estava tão apegada ao ex que não tinha vontade de sair, de fazer amigos, de me abrir para a vida. Ouvir aquelas palavras de uma pessoa tão sofrida e que tinha todos os motivos para lembrar das agruras todos os dias me deu um estalo. Me imaginei apertando o meu ex num abraço que não dava chance dele sair de perto de mim. E pensei em quantas coisas boas poderiam estar passando por mim e que eu não tinha como pegar porque meus braços estavam ocupados.

Levei essa máxima para a vida. Um “let it go” antes mesmo da musiquinha de Frozen aparecer. E gostei do gesto simbólico de abrir os braços e dizer em voz alta: “estou te deixando ir embora”. Já fiz isso com apegos por várias coisas que me prendiam a um passado bom ou ruim: sair de um emprego, me afastar de alguém que foi bacana, mas não era mais, de alguma raiva daquelas que não passam e só aumentam com o passar dos anos.

Eu estou à direita, de blusa vermelha e branca do Boston Celtics. Como se soubesse o que era basquete na época.

Lembranças de coisas que foram boas, mas que acabaram indo embora, impregnam na gente. Grudam e não tem jeito de desapegar. Parece que a gente passou por momentos tão intensos que quem adianta: não vai rolar deixar de lado. Mas o fato é: se passou, passou. Vale absorver o que aconteceu de bom ou de ruim, abrir os braços e espaço para pescar novas experiências. Do contrário, a gente morre apenas com aquelas experiências que não vão voltar e passa a vida remoendo um passado que ficou lá atrás.

Quando eu aprendi a escrever, o que mais queria era fazer um cartão pra minha avó. Escrevi do meu jeito tosco e corri pra entregar. Ela recebeu com todo amor e eu fiquei esperando a reação dela ao ler o que eu tinha escrito. Problema: ela era analfabeta. Quando é que uma criança vai entender que um adulto pode não saber ler? Naquele momento ela me pegou no colo e me explicou que não sabia ler e nem escrever. Que quando era pequena, as crianças trabalhavam ajudando os pais e às vezes não conseguiam ir para a escola. Me sentou no colo dela e disse:

“Sabe qual é a parte boa disso, Gabi? Tu vai ler pra mim. E vai me mostrar todas as letrinhas que tu aprendeu. Eu já vi que aqui tem um A de Adelina e outras letras que a vó reconhece do meu nome. Me conta quais são as outras?”. 

Não tive tempo de me sentir mal por ela. Mesmo pequena entendi que ela tinha escolhido ser feliz ao invés de choramingar por estar velhinha e não saber ler. Então peguei meu lápis e ensinei pra ela o que eram as vogais. E me senti a criança mais especial do mundo por ter a honra de ensinar uma das pessoas mais importantes da minha vida.

Minha avó não se apegou ao passado difícil. Preferiu abrir os braços e deixar ele ir embora. Passou a vida abraçando coisas novas, como uma neta empolgada em ensinar a ler e escrever. Poderia ter fingido que entendeu meus rabiscos e chorar por dentro por não ter entendido nada. Mas optou por ser sincera, falar do passado sem dor e ter um momento feliz comigo. E sorriu genuinamente o tempo todo.

Vai pra frente do espelho e abre os braços. Fala em voz alta que está deixando um ressentimento ir embora. Coaches e cursos de programação neurolinguística ensinam isso. Mas a minha amada vó Adelina já sabia, desde sempre, que passado é bom pra agregar experiência. Não pra atrapalhar o presente e mascarar o futuro.

PS: lá em cima, eu com meu pai e minha avó no dia da minha formatura do segundo grau. Ela não viu ao vivo (só lá de cima) a minha formatura na faculdade.

Fofura do dia: patinhas do pet e pezinhos do bebê eternizados

Por Gabi Chanas em Gabi Chanas

Isso é muito fofo!

Conheci o Diogo Abelin através do trabalho dele como fotógrafo. E foi num papo que ele contou sobre o Memórias Moldadas, trabalho que ele faz para eternizar pezinhos de bebê ou (atenção) patinhas de cachorro. Uma forma bem querida de ter uma lembrança dos filhotes (humanos ou caninos). Olha que docinho!

A criação do material começa com atendimento a domicílio, assim os bebês ficam no conforto de casa e, no caso dos pets, também ficam mais tranquilos. O Diogo explica:

“A moldagem é bem simples e dura no máximo dez minutos sem nenhum desconforto. Algumas crianças seguem com seus soninhos de anjos e muitas até se divertem. O produto de moldagem é totalmente atóxico e antialérgico.”

Não aguento o amor dessa foto do Diogo moldando a pata de um cachorrinho! A cara de “tô achando o máximo isso” tá fantástica!

A moldagem dos pezinhos pode ser feita até 3 anos de idade. Para os pets não há idade determinada, pois o tamanho das patinhas fica mais ou menos o mesmo com o passar dos anos. Todos os trabalhos recebem um plaquinha com o nome e a idade do bebê ou do pet. Podem ser feitos em várias cores metalizadas e envelhecidas, destacando todas as ruguinhas e detalhes. Até mesmo as digitais aparecem.

Olha que amor fazer pequenininho pra dar de presente pra padrinhos ou pros pais!

As cores são ouro, prata, bronze, cobre, estanho e branco perolado. O trabalho pode ser emoldurado (dá para ver nas imagens aqui do post). O preço:  R$ 400 para as moldagens entregues em nichos e bases em madeira, R$ 530 para moldagens entregues em quadros e R$ 600 para moldagens entregues em quadro com com fotografia. Vale tanto para os pezinhos quanto para as patinhas.

Tem mais fotos no Facebook do Memórias Moldadas. E o e-mail para falar com o Diogo é memoriasmoldadas@gmail.com

Vontade master de fazer uma para o Dunga. Mas eu não faria o Diogo passar pelo calvário de tentar pegar a pata do “véio” sem tomar um suador e sair todo mordido. Donos de cães antissociais: tamo junto!

Temos aqui um belo exemplo de como o Dunga é “docinho” com quem ele acha que é intruso. Olha aí ele recebendo com todo amor do mundo a Nutella (cadelinha que resgatamos na praia e que foi doada para uma família querida). Praticamente está dizendo: “Nem adianta rir pra mim porque o dono desse barraco aqui sou eu, Nutella!”. 

A receita caseira para ter o cabelo super liso da Kim Kardashian

Por Gabi Chanas em Gabi Chanas

Eu andava encucado com o cabelo que a Kim Kardashian anda desfilando atualmente. Há algum tempo ela adotou um estilo muito, mas muito liso. E tão brilhoso que parecia incrível demais pra ser verdade. Meu veredito: só podia ser peruca.

Né, gente?

Mas eis que não é. A hair stylist da moça revelou que toda essa cabeleira lisa aí em cima é da Kim. Não tem peruca, não hair extensions. Jen Atkin é quem cuida dos cabelos das Kardashian e de várias outras celebs há anos. É tão fera que usou o renome pra criar sua própria linda de produtos para os cabelos, a OUAI. Como a gente pode imaginar, a Jen credita aos seus produtos + escova dedicada o efeito impecável do cabelo liso da Kim. Mas, mas, mas para nós, meras brasileiras mortais que não conseguem comprar OUAI por aqui, a hair stylist entrega uma receita caseira que, segundo ela, tem um efeito poderoso pra deixar o cabelo bem nutrido e com potencial Kardashian.

A Jen Atkin sugere fazer uma máscara caseira com claras de ovo, abacate, azeite de oliva, óleo de coco ou cerveja. Mas atenção: não é tudo junto (imagina que nojinho). A  vibe é escolher um desses produtos.

  • Se escolher ovos, bata como se fosse preparar um merengue (mas sem colocar açúcar – sei lá, vai que alguém se empolga). Aplica-se o “creme” no cabelo úmido, deixa agir por 30 minutos e depois lava com água fria. Vale o mesmo processo para a cerveja (mas essa sem bater, obviamente).
  • Se escolher usar abacate, passe a fruta amassada nos fios úmidos, deixe por 15 minutos e depois lave com shampoo.
  • Se a preferência for pelos óleos, passe no cabelo úmido e deixe agir de 15 a 30 minutos. Depois lave com duas rodadas de shampoo. 

Caso alguém esteja de viagem marcada para fora do Brasil e esteja na pilha de comprar os produtos da OUAI usados na amiga Kimka, segue a listinha com links para o site da Sephora americana (a daqui não tem):

Hair Oil (que a Jen usa no cabelo úmido antes da escova)

Hair Suplement (espécie de comprimido com vitaminas que a Jen amassa e aplica junto com máscaras caseiras).

Bem a fim de testar a máscara com cerveja no fim de semana. Um copo pra mim, um copo pro cabelo, um pra mim, um pro cabelo e assim vai.

Dicas do Kaichili pra fazer em casa um guacamole perfeito

Por Gabi Chanas em Gabi Chanas

Chamando todos os adoradores de comida mexicana! Chamando todos os adoradores de comida mexicana!

Dia desses testei um dos novos mexicanos aqui de Porto Alegre, o Kaichili. Pedi um burrito com potinho extra de guacamole (porque guacamole nunca é demais). Chegou lá em casa e eu tive uma grata surpresa: o pote extra de guacamole era generoso. Diferente de algumas experiências que já tive, com potinho com uma mixaria de molho, chegou um pote que rendia umas boas 5, 6 colheres de sopa bem cheias. E melhor: muito gostoso e claramente feito recentemente. Clap clap clap clap.

Olha o potinho de guacamole ali à esquerda. Viu como é generoso? 

Qualquer coisa feita com abacate é tensa. O abacate fica preto com facilidade e, no caso do guacamole, precisa receber as quantidades certinhas de tempero pra não ficar enjoativo (aprendi isso fazendo a minha torrada de abacate com bacon, que ensinei aqui no blog como fazer). Produzir receitas com abacate em larga escala deve ser especialmente desafiador, por isso pedi que o Kaichili desse algumas dicas profissionais pra quem ama reproduzir guacamole em casa.

Qual o ponto perfeito do abacate pra fazer a receita? Mais durinho ou bem maduro?
O ideal é utilizar abacates da variedade Hass, popularmente conhecidos como Avocados. Ao pressionar levemente a casca, ele deve estar macio, mas não mole. O Avocado muito maduro irá perder sabor e escurecer muito rápido e o verde deixa um amargor na boca.

Qual a ordem ideal de mistura dos ingredientes?
Primeiro pique os avocados, faça uma mistura do sal e limão e adicione. Esmague o avocado e acrescente a cebola roxa e o coentro.

Em quanto tempo o guacamole deve ser consumido?
O ideal é que ele seja consumido em até duas horas após o preparo.

Rola uma dica preciosa e de Chef pra que o guacamole fique perfeito?
Vamos compartilhar nosso #kaisegredo. Diluir o sal no limão antes de incluir na receita faz toda a diferença! E também, manter ele sem contato com o ar até servir. Preferencialmente coloque em um saco plástico e retire todo o ar de dentro. Isso mantém o frescor de sabor e coloração!

Thanks, thanks, Kaichili! Curti o truque de diluir o sal no limão. Vou testar na próxima noite mexicana com as meninas. Hey, Thati e Virgínia! Eu ainda fico com água na boca de relembrar aquela orgia mexicana gastronômica que fizemos, com direito a guacamole, sour cream e chili feitos em casa. Bora repetir, faz favor?

:)

Imagens: Renato Schetter

Receita da sogra: paleta mexicana feita em casa

Por Gabi Chanas em Gabi Chanas

Ontem mostrei no meu Instagram e Facebook uma foto bem amadora do meu presente de Páscoa: a paleta mexicana de morango feita em casa pela minha sogra. Não que ela tenha sido malvada e me dado esse doce no lugar de uma montanha de chocolate. Na real, eu que pedi a paleta como presente. É tão maravilhosa que, desculpa Coelho da Páscoa, a troca valeu muito.

Atendendo pedidos de pessoas que conseguiram entender a magnitude do doce, apesar das minhas fotos nada profissionais, pedi para a Dona Beth liberar a receita. Abaixo, o step by step mais simples do planeta de como fazer em casa uma réplica daquelas paletas mexicanas (os picolés mega recheados) vendidas no shopping. Enjoy!

Ingredientes:

  • duas caixas de morangos
  • uma xícara de água
  • uma xícara de açúcar (de preferência o açúcar de confeiteiro)
  • uma caixa de leite condensado

Como fazer:

  • Bata os morangos, a água e o açúcar no liquidificador. Vai ficar com uma consistência bem líquida (não se preocupa com isso).
  • Derrame metade da mistura num refratário médio (mesmo tamanho do que aparece na foto acima) e coloque no freezer até que fique sólido.
  • Enquanto a mistura está congelando, prepare o branquinho em uma panela (branquinho não tem erro, né? Só mexer bem o leite condensado em fogo baixo até que a consistência fique no ponto de brigadeiro).
  • Assim que a mistura de morangos estiver congelada, use uma espátula para espalhar a camada de branquinho por cima dela (ideal que o branquinho não esteja muito quente).
  • Espere esfriar bem o branquinho e derrame a segunda parte da mistura de morangos sobre o doce. Leve de novo ao freezer e espere até congelar.

Tcharam! Sai do freezer um doce com 3 camadas. As de morango ficam com consistência de picolé, facinhas de quebrar com o garfo. O branquinho não congela: ele fica mais durinho do que quando estava na panela, mas ainda assim cremoso.

Dica da sogra: pra quem gosta muitão do branquinho (eu, por exemplo), vale usar duas latas de leite condensado para ter um recheio bem mais generoso.

Aqui em casa a gente faz a receita num refratário de vidro e serve cortando em cubos. Para quem tiver master blaster paciência pra recriar a paleta em casa, basta fazer a receita nas formas de picolé, colocando o palito no recheio de branquinho.

PS: a foto lá de cima ilustra exatamente como fica a receita. A imagem não é minha, mas do Tastemade. que teve habilidade profissa de fazer uma foto linda desse doce divino.

Papo empreendedor: seu negócio precisa estar em todas as redes sociais?

Por Gabi Chanas em Gabi Chanas

Trabalho com marketing digital há 8 anos tenho uma empresa de smart solutions em mídias sociais para pequenas e médias empresas.Trocando em miúdos: eu ajudo empresários e empreendedores a fazerem o melhor uso das redes sociais para promover um negócio ou serviço. Por estar nesse business, vira e mexe as pessoas – especialmente lá no meu Facebook – me pedem dicas. E às vezes são dicas bem básicas, fruto de alguma dúvida que está rolando na hora de criar, abastecer ou fazer essa rede funcionar para alavancar negócios.

Já fiz um live no Facebook ensinando a promover postagens no Facebook (patrocinar, sabe?) e Skypes com empreendedores analisando o negócio deles e dando dicas (tudo free). Como a galera curtiu e pediu mais pitacos, abro aqui no blog um espacinho pra essas dicas simples, mas que fazem a diferença. Sei que nem todo mundo tem grana para pagar uma empresa que faça esse diagnóstico e que, muitas vezes, é o próprio empresário, funcionário ou alguém da família que fica com essa parte. E nem sempre essas pessoas entendem alguns macetes, por isso que vão passar por aqui respostas para as questões que chegam para mim com mais frequência.

Precisa de help com alguma dúvida específica? Manda a pergunta para gabi@gabichanas.com que, aos poucos, eu crio postagens aqui respondendo. Fechou? Abro esse espaço com uma das perguntas mais frequentes:

A minha empresa precisa ter perfis em todas as redes sociais que existem nesse planeta?

Uma concepção bem equivocada que muitas pessoas têm, é que um negócio precisa estar em todas mídias sociais. Não é bem assim. Cada rede tem um propósito, um estilo. E nem sempre ela casa com o negócio que você tem. Pior: muitas vezes, atrapalha. Vamos pegar o Instagram, por exemplo. É uma rede social visual, pra postar fotos. Não é uma rede de textão (jamais nessa vida faça um texto no bloco de notas e um print da tela para postar no Instagram). Também não é uma rede de “clique aqui pra comprar”. A legenda das fotos do Instagram não “dá link”, como a gente costuma dizer. Se quiser que alguém vá até o site da sua loja, precisa pedir que as pessoas cliquem lá no link que está no seu perfil. Imagina aí: se você quer que as pessoas comprem algo específico e joga elas para o link da home da empresa, elas terão que vasculhar a página em busca dele. A regra básica é sempre descomplicar.

Nos meus cursos eu costumo dar o exemplo da sorveteria gourmet x uma ferragem. A sorveteria rende fotos incríveis, dá pra imaginar. Faz todo sentido usar o Instagram! Mas, e a ferragem? Vale a pena criar um perfil para postar fotos de martelos, canos e pregos? Não faz.

Outro ponto importante a ser considerado: você tem braço pra responder todas as pessoas que falam com você em todas as redes sociais que criou? Deixar um comentário sem resposta é tiro no pé. Se você não consegue monitorar tudo diariamente, pode ter problemas. Imagina se alguém deixa um comentário negativo sobre o seu negócio e você não vê. Ele fica lá brilhando na sua rede social e deixando uma má impressão para quem acessou e viu que o pobrezinho está lá há dias e ninguém se prestou a responder. Dá para dar um cenário ainda mais escabroso? Enquanto aquele comentário negativo está lá, outras pessoas podem responder concordando com a reclamação. Isso vira uma bola de neve bem complicada de administrar.

Mais uma: rede social pede atualização. E o volume de novas postagens vai depender do seu negócio. Nem sempre a gente tem novidades pra postar todo dia. Mas não é por isso que você vai deixar sua rede sem atualização por um mês. Lembra aí: o comportamento do consumidor mudou. Se antes a gente pesquisava sobre um serviço ou produto no Google ou no site da empresa, hoje todo mundo dá uma olhadinha nos perfis de redes sociais. Se você abriu conta em uma rede, tem que ficar de olho nisso pra não passar a impressão errada.

Algumas dicas básicas de Instagram:

  • Nem precisa dizer, né? Use apenas hashtags que tenham a ver com seu negócio. Nada de postar a foto de um vestido lindo que acabou de chegar usando #dogs, que é uma das # mais usadas no IG. As hashtags de Instagram servem para compilar conteúdos específicos. Quem vai para o Insta e procura por #dogs quer ver fotos de cachorros fofos. Usar # que não sejam relacionadas ao que você postou é enganação.
  • Não sabe bem quais hashtags são legais de usar? Existem ferramentas para se inspirar. Gosto do site TagsForLikes. Você digita o que está mostrando na imagem e ele lhe dá uma lista de # que têm a ver com o produto ou serviço e que são populares. Mas volte ao item anterior e lembre: use apenas as que têm relação com o que está na imagem. E, please, não carregue uma publicação com milhares de #. Fica feio, visualmente, e enche a paciência de quem está rolando a timeline.
  • A legenda da sua foto não pode ser um textão de 20 linhas. Precisa ser curta e direta. Em tempos em que a gente, enquanto “usuário pessoa física”, consome muito conteúdo em mil redes, falta paciência para ler legendas enormes.

Vai pra Orlando? Olha a loja de vestidos vintage da Disney!

Por Gabi Chanas em Gabi Chanas

Este post poderia estar no Vai Para o Mundo (já conheceu o blog de viagens maravilhoso aqui do portal?), mas está aqui porque as palavras Disney e vintage gritam o meu nome. Por isso, quando eu soube que a Disney da Flórida abriu uma loja com vestidos vintage inspirados em filmes, fui imediatamente consultar o meu saldo bancário pra ir pra lá comprar todos. Buenos, não foi dessa vez (crise tá pegada, amiga). Então eu mostro aqui na esperança que se uma de vocês estiver de passagem marcada pra lá, que passe na loja e me mande umas fotinhos pra morrer ainda mais de amores.

Nas palavras dos idealizadores da loja:

“Nós criamos a The Dress Shop pra trazer os personagens da Disney ou os parques temáticos através de vestidos de um jeito divertido e retrô. Os modelos não são fantasias, mas vestidos com estilo perfeito para mulheres usaram em casamentos. Especialmente as apaixonadas pelo estilo Disney.”

 

Sem mais delongas (dúvida: essa expressão é usada fora do Rio Grande do Sul?), seguem algumas fotos de divulgação dos vestidos. Detalhe: as bolsas e acessórios também estão à venda. Importantão: os vestidos não estarão à venda em lojas da Disney espalhadas pelo mundo e nem no site. Chorei.

Eu fiz bullying e este é um dos posts mais tristes que eu já escrevi

Por Gabi Chanas em Gabi Chanas

Tô vendo o seriado 13 Reasons Why no Netflix. Recomendo, recomendo. Não é por acaso que todo mundo está falando dele. É realmente bom. É em estilo suspense e conta a história de uma adolescente que comete suicídio por ter sido vítima de bullying. O efeito suspense entra na roda porque ela deixou 13 fitas K7 gravadas contando as 13 Reasons Why (os 13 motivos) pelos quais tirou a própria vida. E cada um desses motivos têm nome e sobrenome: colegas de escola dela.

Se passa agora, em 2017. Mas a menina ainda decide usar fitas K7. Tem até um momento de pânico de um dos destinatários da caixa com as fitas, que fica sem saber onde ouví-las e depois precisa descobrir como operar um toca-fitas. Ah, essa geração não sabe o que era ficar esperando com o dedo no REC até a música preferida tocar na rádio.

Não sei se quem fez o primeiro grau lá pelos anos 90 pensa como eu, mas desde que a gente começou a ter mais informação sobre bullying, reflito como eu e alguns colegas sobrevivemos ao bullying-que-ainda-não-era-chamado-de-bullying. Sofríamos e fazíamos isso todos os dias. Mas eu tenho dúvidas (e tá aberto o fórum pra debater isso) se a gente sabia as possíveis consequências. Bullying existe desde sempre. Desde a época dos nossos pais, dos nossos avós. Desde que alguém descobriu que palavras machucam tanto quanto um soco no nariz e que jogar na cara de alguém um suposto defeito daquela pessoa revolta, entristece.

Durante todo o primeiro grau na escola eu fui chamada de Mônica.

A Mônica do desenho, sabe?

Isso porque eu e ela tínhamos dentes grandes, o chamado dente de coelho. Nos quadrinhos, o Cebolinha chamava a Mônica de “baixinha, gorducha e dentuça”. Todos debochavam do jeito que o Cebolinha falava. Estava implícito que a a Magali era gorda por ser gulosa. O Cascão era alvo de piadas constante por ser fedorento. Se o Maurício de Souza estampava esses xingamentos num quadrinho popular da época de pré-adolescente, porque seria errado os meus colegas repetirem nas aulas?

Hoje eu penso que era um alvo perfeito para bullying-que-ainda-não-era-chamado-de-bullying. Ficava braba, chorava. Esse comportamento é basicamente o que alguém que quer te deixar mal pretende alcançar. Um dia minha mãe me levou pra cortar o cabelo e, depois, na aula, meus colegas desfilavam na minha frente com pernas duras e as mãos pra frente, imitando o Frankstein. “Grave” motivo: meu cabelo ficou mais alto na parte de cima.

Eu. Supostamente.

A partir daquele dia passei a usar tiara todos os dias pra “baixar a crina”. Virou quase que uma marca registrada minha. Parecia que eu adorava, mas fiquei tão absurdamente amedrontada do meu cabelo virar novo alvo de piadas que preferi me esconder atrás da tiara e de rabo de cavalo. O que pouca gente sabia é que tiara sempre apertou pra caramba a minha cabeça. Eu chegava a colocar algodão atrás da orelha, naquela parte onde a tiara aperta, pra ver se aliviava a dor.

Quase todos os meus colegas do primeiro grau tinham apelidos. Lembro de quase todos. Hoje a gente tem um grupo no WhatsApp onde conversa, marca encontros, e nesses papos ainda nos chamamos pelos apelidos do colégio. Nos acostumamos. Naquela época, nossos pais e professores até podiam chamar atenção sobre “ser feio” fazer isso com os colegas. A gente fazia mesmo assim. Depois de tantos anos, não faz nem cócegas ser chamado daquele apelido. Mas em algum momento magoou. Poucos tiveram a sorte, iluminação ou sei lá o quê de sempre ter achado engraçado e não ter dado bola.

Oh, mas eu eu não fui apenas uma coitada apelidada. Eu fazia a mesma coisa com os outros. Digo por mim, sem generalizar: simplesmente não me dava conta do mal que fazia. E mesmo tendo sido vítima. Era uma cegueira seletiva. Tínhamos uma colega que todos achávamos feia. Colocamos um apelido lamentável nela porque julgamos que ela era a cara de uma personagem da Escolinha do Professor Raimundo (famosa no programa por ser feia). Não sei por personalidade ou se porque ficava triste com a abordagem da turma, minha colega era extremamente quieta. Era encolhidinha num canto e, pelo que me lembro, tinha poucas amigas bem próximas. Um dia a professora distribuiu um trabalho em grupo onde esses grupos eram formados por ordem de chamada. Eu acabei no grupo dessa colega e tive que ir à casa dela pra fazer um trabalho. Fui recebida com todo amor pela família, mas meio que toda receosa: será que eles sabiam que a menina sofria o diabo nas nossas mãos? Acabei descobrindo que ela era muito legal, engraçada. Conversa vai e vem, puxei um assunto debochando da roupa que uma outra menina da turma tinha usado pra ir em uma festa. E a minha colega “feia” respondeu:

– Eu não falo mal das pessoas.

Ela tinha o que, uns 11, 12 anos? “Nos dedos”, como a gente dizia. Ela era vítima de ti ti tis pelas costas e teve a nobreza de se negar a repetir o comportamento. Cheguei a chorar quando cheguei em casa. Me lembro de ter sentido uma vergonha danada.

Eu disse que bullying existe há tempos. Desde a adolescência do meu pai, de 77 anos, por exemplo. Ele e todos os amigos tinham apelidos pejorativos, dados por serem altos demais, baixos demais, por terem orelhas grandes demais, por serem quietos demais (tudo isso de acordo com um padrão que não sei de onde surgiu). Hoje eles ainda se chamam por esses apelidos. Esses dias perguntei pro meu pai se ele nunca tinha ficado chateado por ser chamado disso ou daquilo. Ele me respondeu com um “claro que sim”. Mas disse que o comportamento padrão na época era rir do apelido pra ver se não virava moda. Quando pegavam mesmo assim, o jeito era recolher a mágoa e tentar rir da situação. Mesmo que chateasse cada vez que o apelido fosse dito em tom de deboche.

A maior parte daqueles meus amigos de colégio já têm filhos. E, tenho certeza, ensinam que destacar algo que consideram ruim/feio/bobo num colega não é bacana. Esses pais fazem isso, provavelmente, porque enquanto cresceram foram se dando conta de que fazer isso é errado e pode ter influência na personalidade de uma pessoa pro resto da vida. Enquanto ficávamos mais velhos, fomos tendo acesso a mais informações sobre os danos desse comportamento e, felizmente, fomos interiorizando a gravidade disso.

Lembro dos apelidos dos colegas, mas não da origem de todos (lembro da origem dos meus, claro, porque era vítima deles e me afetavam profundamente na época). Mas me recordo que muitos daqueles apelidos não eram dados com tom de elogio. Diferentemente do seriado, ninguém que eu conheço cometeu suicídio por ser vítima de bullying. Em 13 Reasons Why a protagonista Hannah Baker se mata por ter sido vítima de uma série de situações que geraram piadinhas na escola. Era chamada de “fácil” porque um colega mentiu para a escola toda que tinha chegado à “segunda base” com ela, enquanto a menina jura nas suas gravações que apenas trocaram um beijo, nada mais que isso. Foi abandonada por amigos por causa de atitudes que, ela diz nunca cometeu. Tudo fruto de colegas que era o estereótipo dos garotos populares e maldosos.

Essa é a Hannah Baker, protagonista do seriado e autora das temidas 13 fitas incriminadoras.

Acho que vale a pena ressaltar, em tempos de leituras dinâmicas e pouco tempo disponível pra interpretar textos, que meus colegas não eram a maldade em pessoa (nem eu, no caso). Sim, a gente fazia coisas erradas. Mas eu tenho dúvidas se a gente entendia com profundidade que isso poderia causar. O buraco que poderia criar na vida de uma pessoa (pra sempre ou só por um tempo). Não sabíamos muito sobre  bullying. Quando fomos tendo acesso a mais conteúdo sobre o assunto e quando, felizmente, o bullying entrou nas rodas de conversa, interiorizamos que era realmente “feio”, como diziam nossos pais. Mais que feio: era condenável.

Vou criar meus filhos com olhar muito mais atento sobre bullying. Os que eles praticam e os que eles podem sofrer. O mundo está se tornando cada vez mais cruel. No meu tempo de pré-adolescente não existia internet e não podíamos nos esconder atrás de perfis falsos em redes sociais pra ofender um colega. Isso “é mato” hoje. Deve apavorar quem já tem filhos. Mas, se essa geração que está crescendo agora com mais acesso à informação, entender o que os pais da era do bullying-que-não-era-chamado-de-bullying ensinam, tenho esperança que isso acabe. É uma projeção otimista, eu sei. Se reduzir a escala, já fico contente.

Feliz aniversário, Dunga!

Por Gabi Chanas em Gabi Chanas

Esses dias li uma coisa que me fez um furo no coração: durante a nossa vida, podemos ter vários cachorros. Mas, na vida de um cachorro, normalmente ele só tem uma pessoa. Uau. Se você tem um cachorrinho desde filhote, provavelmente será o único dono a passar pela vidinha dele.

Eu e o Marcelo não somos os únicos na vida do Dunga. Antes da gente, algumas pessoas passaram pelo caminho dele. É doloroso não saber direito qual foi a exata história do nosso pequeno desde que ele nasceu até tropeçar na vida da Ana Paula, querida amiga dos animais que o recolheu da rua e o colocou pra adoção. Mas é certo que, antes da Ana, as pessoas que tiveram contato com o Dunga não foram os melhores exemplos pra vida dele. Tanto que ele foi jogado na rua, apanhou, passou fome. Rola uma lágrima aqui pensando em como existe gente ruim nesse mundo, que faz mal para um ser indefeso, seja um cão ou uma pessoa.

O Dunga cruzou o caminho da Ana Paula num fim de semana de muita chuva em Camaquã, na zona sul do Rio Grande do Sul. Ela estava voltando de uma formatura e, enquanto esperava o portão de casa abrir, viu uma bolinha de pêlo tremendo de frio embaixo de um arbusto. Encolhido, acuado. Nem pensou duas vezes: colocou pra dentro do carro e tratou de dar tudo o que ele precisava naquele momento. Deu água, deu comida, secou. E o mais importante: deu muito amor.

O Dunga, naquela época, se chamava Marcelo (sim, o mesmo nome do meu marido). Alguns dias depois de ser recolhido das ruas, a Ana Paula fotografou o pequeno e colocou as imagens no site de uma ONG que anuncia animais para adoção. Enquanto isso, em Porto Alegre, pensávamos em adotar um cachorrinho e há algum tempo já bisbilhotávamos sites de ONGs. Um dia o Marcelo (o marido, não o cachorro) me liga e pede para olhar urgentemente meu e-mail. Ele tinha visto um dog com carinha muito querida e que, por coincidência, se chamava Marcelo. Olhei e nos apaixonamos. Era ele.

Ligamos para a Ana Paula e descobrimos que ela e o dog moravam longe de Porto Alegre. Mas o estrago da flecha no coração estava feito. Pegamos o carro e dirigimos mais de duas horas numa quarta-feira à noite até Camaquã. Lá encontramos quem, mais tarde, seria batizado como Dunga (sim, homenagem ao jogador de futebol, que foi um dos grandes nomes do Inter, time pro qual a gente torce). Exatamente como no anúncio do site de adoção, ele mostrava os dentinhos de baixo, como se estivesse sorrindo.

Foto que a Ana Paula tirou lá na casa dela, em Camaquã, quando fomos buscar o Dunga. Ele ainda era meio tímido pra fotos. 

Hoje já é mais amigo da câmera. Olha o dentinho!

O que aconteceu de lá pra cá eu já cansei de contar. Resumo: o Dunga era muito medroso, traumatizado. Tinha pânico de qualquer barulho (até mesmo do som de uma moeda caindo no chão). Quando a gente estendia a mão pra fazer carinho na cabeça, se encolhia, achando que iríamos bater nele. Agora, quatro anos depois daquela noite em que nos conhecemos, ele pede carinho, se joga no nosso colo, faz chorinhos de amor. E ainda mostra os dentinhos. Teve blog próprio, ganha seu próprio dinheiro e até virou pauta do programa da Ana Maria Braga.

1, 2, 3, gravando!

Hoje o nosso pequeno faz 5 aninhos. Pelo menos é o que a veterinária estima, pois não temos como saber ao certo quando ele nasceu. Desses 5 anos, 4 são com a gente. E são 4 anos recebendo todo o amor que eu e o Marcelo somos capazes de dar (descobrimos que somos capazes de dar muito mais amor do que imaginávamos). Nossa vida é muito melhor com o Dunga do nosso lado. E eu espero que ele sinta que a vida dele também é mais bacana depois que entramos nela.

Happy birthday, Dunga! Obrigada por ter adotado a gente!

PS: muso que é, o Dunga tem seu próprio tênis. Quer dizer, eu tenho um tênis com a carinha dele. Foi presente da Ushtemp. Faceiro com seu aníver, o Dunga ligou pra Ushtemp e perguntou se eles não davam um tênis com estampa de dog para quem está lendo este post agorinha. E adivinha! Bom…fiquem ligados que eu conto como ganhar logo, logo!

Os makes do novo vídeo da Little Mix

Por Gabi Chanas em Gabi Chanas

Começando pelo começo: Little Mix é uma banda britânica que ganhou o X-Factor (sabe aquele programa de talentos que tem o Simon-mala como jurado?). Elas ganharam em 2011 e até hoje são o único grupo ever a ter levado o caneco do programa (nem o One Direction, com toda sua famosidade, levou essa – eles ficaram em terceiro). A Little Mix foi formada naquele jeitinho reality show: as gurias entraram concorrendo como artistas solo e os jurados juntaram as pintas no palco e disseram que sozinhas elas não iriam avançar para a próxima fase. Mas, se aceitassem formar uma banda, podiam seguir na competição. Elas disseram sim e foram passando de etapa em etapa até que levaram o primeiro lugar.

Conheci a banda porque sou fã do X-Factor (me julgue: eu AMO o Simon) e achei o sonzinho delas bem interessante, casado perfeitamente com a parte do meu cérebro que insiste em achar que ainda tenho 16 anos. Acho que a essa altura do campeonato todo mundo já deve ter ouvido uma ou outra delas. Especialmente Shout Out To My Ex, música de dar nos dedos dos ex-namorados que é um afago na alma de uma pessoa largada por um amor.

“Esse é um alô pro meu ex / Soube que ele se apaixonou por outra menina / É, me magoou, eu admito / Mas esquece, cara, eu já superei / Eu espero que ela esteja tendo um sexo mais decente / E não esteja fingindo como eu fingi.”  TÓIM!

Ok, Gabrieli, foco. Ontem a banda lançou o vídeo da música nova, que se chama No More Sad Songs. No vídeo elas vão fazer uma night num bar com vibe cowboy e, quando chegam, percebem que capricharam demais no modelito.

Quem nunca?

Cliquei pra ver o vídeo e tive um pequeno ataque cardíaco. Olha-essas-maquiagens! As quatro meninas aparecem usando tons maravilhosos de sombra. Algo meio avermelhado e fabuloso. Amei ver o mesmo estilo replicado em garotas de tons de pele e de cabelo bem diferentes.

A Perrie é loira e de olhos azuis.

A Jesy é ruiva e tem olhos verdes.

A Leigh tem cabelo e olhos escuros.

A Jade tem cabelo castanho com luzes e olhos num tom castanho mel.

Ainda meio surtada com o visual, tuitei pra Vane Chaves, maquiadora e uma das autoras do blog Coloradas, aqui do portal, pedindo ajuda pra desvendar os segredos desse make. Fofa e querida, ela me passou detalhes desse estilo. Vem comigo, Pederneiras!

“No vídeo, as meninas usam sombras da família dos vermelhos, rosas e berinjelas. Eu tenho uma paleta da Bed Head (essa que estou usando na foto abaixo) que tem um vinho rosado incrível, que proporciona esse efeito.

Uma coisa bacana desses tons é que eles podem ser substitutos do marrom, que a gente vê muito por aí sendo usado como fundo para sombras coloridas ou para marcar o côncavo do olho. Quem tem medo de se jogar nesse estilo mais ousado pode começar arriscando delinear o olho com essas cores. 

Dica boa: pra quem quer um olho mais marcado, sugiro escurecer os cílios (inferiores e superiores) com lápis preto ou marrom esfumados.

O único cuidado, na minha opinião, para não pesar muito no make, é uma pele bem caprichada pra que a sombra apareça de maneira “limpa”. Pra isso vale uma retocada na pele depois da sombra. E pra uma versão mais light ou pra quem quer começar a se acostumar a usar cores mais vibrantes no make, sugiro um usar essas cores como lápis de olho e como delineador. No vídeo, a Leigh está usando dessa forma e fica incrível. Nesse caso a cor aparece apenas como um detalhe (que faz toda a diferença, claro).”

Essa é a sombra Sketch, da MAC, que eu adoro!

Thanks, Vane! Querendo muito conseguir copiar o look da Leigh para o próximo evento. Segura o celular aí porque, se bem me conheço, vou pintar até o nariz e vou te ligar pedindo socorro!

Agora eu vou almoçar cantando. Besos!