Isso é muito fofo!

Conheci o Diogo Abelin através do trabalho dele como fotógrafo. E foi num papo que ele contou sobre o Memórias Moldadas, trabalho que ele faz para eternizar pezinhos de bebê ou (atenção) patinhas de cachorro. Uma forma bem querida de ter uma lembrança dos filhotes (humanos ou caninos). Olha que docinho!

A criação do material começa com atendimento a domicílio, assim os bebês ficam no conforto de casa e, no caso dos pets, também ficam mais tranquilos. O Diogo explica:

“A moldagem é bem simples e dura no máximo dez minutos sem nenhum desconforto. Algumas crianças seguem com seus soninhos de anjos e muitas até se divertem. O produto de moldagem é totalmente atóxico e antialérgico.”

Não aguento o amor dessa foto do Diogo moldando a pata de um cachorrinho! A cara de “tô achando o máximo isso” tá fantástica!

A moldagem dos pezinhos pode ser feita até 3 anos de idade. Para os pets não há idade determinada, pois o tamanho das patinhas fica mais ou menos o mesmo com o passar dos anos. Todos os trabalhos recebem um plaquinha com o nome e a idade do bebê ou do pet. Podem ser feitos em várias cores metalizadas e envelhecidas, destacando todas as ruguinhas e detalhes. Até mesmo as digitais aparecem.

Olha que amor fazer pequenininho pra dar de presente pra padrinhos ou pros pais!

As cores são ouro, prata, bronze, cobre, estanho e branco perolado. O trabalho pode ser emoldurado (dá para ver nas imagens aqui do post). O preço:  R$ 400 para as moldagens entregues em nichos e bases em madeira, R$ 530 para moldagens entregues em quadros e R$ 600 para moldagens entregues em quadro com com fotografia. Vale tanto para os pezinhos quanto para as patinhas.

Tem mais fotos no Facebook do Memórias Moldadas. E o e-mail para falar com o Diogo é memoriasmoldadas@gmail.com

Vontade master de fazer uma para o Dunga. Mas eu não faria o Diogo passar pelo calvário de tentar pegar a pata do “véio” sem tomar um suador e sair todo mordido. Donos de cães antissociais: tamo junto!

Temos aqui um belo exemplo de como o Dunga é “docinho” com quem ele acha que é intruso. Olha aí ele recebendo com todo amor do mundo a Nutella (cadelinha que resgatamos na praia e que foi doada para uma família querida). Praticamente está dizendo: “Nem adianta rir pra mim porque o dono desse barraco aqui sou eu, Nutella!”.