Preços fechados para casar ao ar livre nos lugares mais lindos

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Por Gabi Chanas em Gabi Chanas

O maior dilema de quem pensa em casar é nunca conseguir dimensionar o tamanho da grana que os noivos vão gastar. Os custos de alimentação, comida, flores, papelaria e outros, mais outros e mais outros variam muito. Não tem como pegar o telefone, ligar e pedir um orçamento na hora, fechadinho. Tudo, tudo varia. Foi pensando nisso que surgiu uma proposta nova chamada Mini Wedding do Sonho.  A proposta é justamente limar com o dilema da grana. Já na contratação, o casal sabe direitinho quanto vai gastar com a parte mais cara do evento: locação do espaço, mobiliário, comida, bebida e decoração. Tudo de bom, né?

Quem teve essa ideia genial? A MINHA MANA! (pausa para pulinhos de orgulho) Sim! A Claudya é cerimonialista desde que eu me entendo por gente (foi ela que fez o meu casamento) e sabe bem que o dinheiro acaba regulando toda a festa (a não ser que você que está me lendo tenha zero problemas em pagar os boletos no fim do mês). Ela reuniu três empresas dispostas a descomplicar esse processo todo e criou o Mini Wedding de Sonho. Como funciona? Chega mais que eu conto.

O Mini Wedding do Sonho oferece:

  • Três opções de local para a cerimônia ao ar livre seguida de festa (até 60 pessoas).
  • Três opções de alimentação (sem bebidas).
  • Três opções de decoração floral.

Trocando em miúdos: os noivos falam com a Mini Wedding do Sonho para saber quais são as opções de local, comida, decoração e acessórios, escolhem e sabem na hora qual será o preço do “grosso” do casamento (essas 3 opções representam 3 faixas de preço, do mais em conta até um mais polpudo). Feito isso, parte-se para a contratação dos serviços extras, como fotografia, doces, lembrancinhas, convites e tals.

Um dos três espaços para cerimônia ao ar livre, é a Casa da Estância, que fica em Gravataí, a 20 minutos de Porto Alegre. É uma casa de 1921 em estilo colonial espanhol totalmente restaurada, com móveis de época e em madeira vergada (todas as fotos deste post são de lá). Rodeando a casa, um jardim com vários recantos onde podem ser celebrados os casamentos. A casa também conta com uma varanda envidraçada que pode abrigar pista de dança, lounges e própria cerimônia, em caso de chuva.

E OLHA PROMO! A Mini Wedding do Sonho está sendo lançada oficialmente na Mostra Noivas, que abriu hoje, dia 12/4, e segue até o domingo, 15/4, no Barra Shopping Sul, em Porto Alegre. Para esse momento de lançamento, uma promo bem boa está rolando. Apenas durante a mostra, o valor de locação da Casa da Estância com estacionamento e todo o seu mobiliário (não precisa locar nem mesas nem cadeiras, por exemplo) fica por R$ 3.500. Aí é só perguntar sobre as modalidades de alimentação e decoração floral para customizar o pacote. Quem já andou buscando espaços para casar ao livre sabe que esse valor é incrível para uma casa do porte dessa aqui!

A parte de decoração floral fica por conta da Amore Mio (que fez a decoração da igreja no meu casamento) e a consultoria gastronômica é do Joaquim Aita (que, na minha opinião, é um dos melhores chefs que a gente tem).

Ainda tem dúvida? O e-mail da Mini Wedding de Sonho é contato@miniweddingdesonho.com.br.

(Clique nas fotos para ampliar, tá?)

Vestido de festa para alugar: coleção novinha de Eduarda Galvani para Hello Dress

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Por Gabi Chanas em Gabi Chanas

Conheci a proposta da Hello Dress quando a loja foi criada, em 2015, mas só fui visitar de verdade, ao vivo e a cores, no comecinho do ano. Veredito: “OMG! Como eu nunca tinha vindo ver aluguel de vestidos aqui? Cho-ca-da”.

O encantamento pela Hello Dress começa pela loja, que é enorme e clean (dá aquela sensação de high fashion, sabe?). Fica no bairro Moinhos de Vento, aqui em Porto Alegre. Mas o momento que morrer de amor é quando as araras de vestidos começam a aparecer. Isso porque lá dá para alugar um belo Carolina Herrera, Badgley Mischka, Nicole Miller, BCBG Max Azria, Marchesa, Roberto Cavalli, Trinitá, Marcelo Quadros, Victor Dzenk, Unity Seven e a lista segue, segue e segue. Resumindo: na próxima empreitada como madrinha, dá para ir musando de vestido de marcas incríveis por um preço que regula com várias lojas de aluguel por aí. E olha que bacana: se quiser espiar alguns dos vestidos, é só entrar no site e selecionar qual o número do seu manequim. Na hora o site gera um catálogo em PDF disparado para o seu e-mail. Não é tudo?

Quem passar pela loja a partir desse mês vai encontrar mais vestidos lindos. Isso porque a Hello Dress fez uma parceria com a talentosa  Eduarda Galvani, que veste várias garotas que desfilam vestidos lindos nas redes sociais. Deixo aqui uma palhinha do desespero fashion. Ah! Para visitar tem que agendar, tá? E dá para fazer o agendamento pelo site, clicando aqui.

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Fotos: Art Imagem

Ho’oponopono: curando seu ódio por alguém que te fez mal

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Por Gabi Chanas em Gabi Chanas

Uma vez um amigo que tem uma filha pequena me disse que ensinou ela a nunca usar a palavra ODEIO. Que era um sentimento forte demais. A gente odeia mocotó (eu, pelo menos), mas a gente não odeia pessoas. E, se vocês pensarem comigo, odiar é forte mesmo. Faz sentido. Odiar parece algo permanente demais. E, poucas vezes, a gente odeia algo para sempre. Frequentemente, o ódio vai se esvaindo e se tornando algo mais leve. A gente evolui. E não são raras as vezes em que o ódio se modifica ao longo do tempo e vira lição. É nisso que eu me apego nos últimos anos.

Há uns 3, 4 anos, eu tive uma experiência péssima com uma pessoa. A primeira em toda a minha vida. Eu pensava: “Justo eu, que sou a pessoa mais borbulhante, amiga, fofucha. Eu não arrumo briga com ninguém – ou quase – sou prestativa, sou de boas. Não que eu esteja me bajulando, mas 99% das pessoas que me conhecem me descrevem assim. E, por mais que eu tenha meus problemas de autoestima, nunca me considerei nada diferente do que está aí em cima.

Antes de seguir, um alerta: para cada coisa que nos acontece envolvendo outras pessoas, existem três lados. Um deles é a minha verdade, outro é a verdade da outra pessoa e o último é a verdade. Essas nuances existem porque a gente nunca sabe o que a outra pessoa pensa da gente. E ela não sabe a real profundidade do que a gente está sentindo.

Por anos e anos e anos eu odiei a pessoa pelo que ela tinha me feito. Mas odiei mesmo, naquele estilo de desejar que pisasse numa casaca de banana e se estancasse no chão. Na terapia, tomei um pito. A psicóloga me disse ela deveria desejar o mesmo para mim. E hey, eu não quero karma voando pelo ar esperando uma banana pintar no meu caminho.

Os meses foram passando e eu descobri a técnica do ho’oponopono. Em explicação leiga: é um tipo de mantra que, se não me engano, é havaiano. Trata-se de uma sequência de quatro frases que tu fala quietinha, de boa, num lugar calmo, perdoando quem nos fez mal.

Perdoar quem me fez mal? Vai se catar, Gabrieli!

Não, não. Já dizia o filólosofo sei-lá-quem que ódio é um remédio que a gente toma esperando que outro morra. Faz sentido. Ódio te deixa mal. Ódio te consome. Então bora perdoar quem me fez mal (na minha porção de verdade. – pois a moça em questão, na verdade dela, também deve achar que fui uma obra). As frases do ho’oponopono que você fala pensando em uma pessoa especifica:

Eu sinto muito
Me perdoe
Eu te amo
Sou grato

Complicadinho de falar isso pensando em quem você considera uma vibração, right? Mas vamos lembrar: ela tem as razões dela, que eu desconheço, e no fim das contas, em algum momento, ela me fez bem. Adotei. Da primeira vez foi um parto. Na segunda foi mais fácil. Passadas uma duas semanas praticando o ho’oponopono eu me senti mais livre de karma ruim e pensamentos negativos. Se ela me odeia problema dela. Eu superei. Eu sinto muito pelas coisas que ela acha que fiz (e talvez eu nem me dei conta), peço perdão por disso, mando amor e agradeço pelo momentos bons.

Long story short: eu ainda não gosto de frequentar os mesmos lugares que a pessoa. Eu não quero cruzar com ela no meu caminho. Mas eu não odeio mais. Não permito que esse sentimento me envenene. Repito meu ho’oponopono sempre que algo ruim relacionado a ela passa pela minha cabeça. E isso me faz bem. Sabe o ditado de “take the High road”? Se ela segue me odiando, o veneno consome ela. Eu, aqui com meu coração leve, nem tchum. Mas eu não sou uma santa, viu? Não sigo ela em redes, mudo de assunto quando falam dela. Não por ódio: por preservação.

Se recomendo? Mas é claro! Deixo abaixo um vídeo sobre o tema, que curto muito e que me ensinou a prática. Num mundo de “odeio essa perua”, partiu deixar o odeio de lado e perdoar. Pode ser foda? Pode. Mas existe algo melhor do que estar bem consigo mesmo? Deixa o outro para lá. Esquece. Releva. Mais do que isso: PERDOA!

(Se quiser, tira o som ou baixa porque é um saquinho)

Como registrar o cachorro ou gato com nome e sobrenome em Porto Alegre

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Por Gabi Chanas em Gabi Chanas

Compartilhei mais cedo no meu FB (amiga, segue lá porque em breve em um monte de notícias sobre a minha ida para Londres para cobrir o casamento real) a fotinho acima, que faz parte de uma matéria sobre pets poderem ser registrados com nome e sobrenome em Roraima. Para a minha feliz surpresa, seguidores fofos me alertaram que tem como fazer o mesmo em Porto Alegre (de onde eu falo) e em várias cidades do Brasil também.

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Esse aqui é o cartaz da campanha de registro de pets em Porto Alegre. 

Mas pra que registrar o cachorro, Gabizinha? Só para ter documento com nome e sobrenome dele?

Nopes! O documento serve para comprovar não só o nome do rapazinho ou mocinha. Tendo a identidade na mão o protetor pode comprovar que o animal é dele (vai saber – já vi cachorro sendo roubado), facilitar o transporte em viagens (AMEI) e ajudar em disputas por guarda (vai saber parte II – também já vi casal se engalfinhando na justiça para saber quem ficava com o cachorro depois da separação).

Em Porto Alegre o registro do pet é feito no Registro de Títulos e Documentos. E olha que barbada: dá para imprimir o formulário disponível online, preencher e só depois passar no órgão para fazer o registro bonitinho. Já vai de formulário na mão para agilizar!

Se você é de Porto Alegre, clica aqui para ver o formulário, imprimir e preencher. Feito isso, vai com o documento na Borges de Medeiros, 308 (segundo andar) no Centro. Vale dar uma ligadinha antes para saber se precisa levar algo mais, checar horário de funcionamento. O telefone é 3211.3666.

Caso você aí esteja me lendo fora de Porto Alegre, dá uma fuçadinha na web para descobrir se a sua cidade tem registro. Várias pessoas comentaram lá no post que fizeram em diversos lugares!

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Partiu registrar DUNGA D’ALESSANDRO CHANAS DE BRANDÃO HUGO!
(será que ele é torcedor do Inter ou é só impressão?)

VÍDEO: um relato sincerão sobre como foi fazer coach de carreira

Por Gabi Chanas em Gabi Chanas

Eu falo pelos cotovelos, vocês sabem. E como desde o ano passado comentei que fiz coach de carreira e o povo perguntou como foi, decidi gravar um vídeo contando tudo. Alerta: é um post totalmente de coração aberto. E, é claro, eu conto a experiência que eu tive com a pessoa que contratei, que foi a Patrícia Wallau, aqui de Porto Alegre.

Acredito que todas as informações estão aí. Se alguém aí nazinterz também anda perdido na carreira, segue um depoimento sobre investir ou não nisso. Enjoy!

PS: se pooooooor acaso o vídeo não rodar direto aí embaixo, o link dele no You Tube está aqui. Clica e vai!

Looks de formatura: 4 vestidos lindos (e em promoção) no Shopping Total

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Por Gabi Chanas em Gabi Chanas

Prepara que vem chuva de vestido de formatura bonito com preço daqueles de pedir para a vendedora repetir 30 vezes porque pareceu bom demais para ser verdade!

Na semana passada o Shopping Total, aqui de Porto Alegre, me convidou para ir até lá dar uma espiada nos modelos de formatura que têm à pronta-entrega. O shopping abraçou a causa das formandas desesperadas e está em temporada de #FORMOU, uma promo onde várias lojas estão oferecendo descontos turbinados em vestidos, sapatos, acessórios, ternos, gravatas e segue on and on por todo repertório que a gente compra para usar no dia de jogar o chapeuzinho de formanda para cima.

Vamos começar com um sincerão: quando tinha que ir ao shopping para comprar vestido de festa, o Total nunca vinha à minha mente como uma primeira opção. E foi exatamente por isso que eu fiquei tão embasbacada ao chegar lá para passear entre araras e prateleiras. Juro pelo meu cachorro (eita, mulher exagerada): estou até agora chocada com a quantidade de coisas lindas que vi por lá.

Partiu tour? YEY! Buenas: o Shopping Total me pediu para fazer a louca das shoppaholics e montar looks para formatura: escolher vestidos, joias, sapato e o que mais quisesse para vestir na Bianca, modelo lindona que me acompanhou e que seria minha cobaia para checar se as produções ficaram perfeitas.

Como por aqui passeiam não só formandas, mas também madrinhas e convidadas de casamentos, escolhi 3 vestidos longos e 1 curtinho. Todos eles fazem bonito na cerimônia da faculdade ou numa festa de casório. Além dos vestidchêinhos, escolhi também as joias e a sandália (optei por uma só para todos os looks porque este é o modelo tendencinha do momento e assim a gente espia a versatilidade). No fim do post está a ficha completinha de cada look, certo?

Sem mais, partiu deslumbre!

O vestido acima saiu da primeira loja que entrei. Mal pisei e dei de cara com esse modelo com ar romântico, um toque de dourado bem discreto e uma saia com aplicações que, na hora, me lembrou o estilo desse vestido da Jessica Alba.

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Adorei o toque leve de dourado mas, especialmente, as aplicações na saia. Deixaram o vestido leve, soltinho, sofisticado.

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Como a loja participa da promo #FORMOU, o vestido está com mega desconto. A minha cabeça lesada não lembra exatamente o valor, mas sei que fica na casa dos R$ 800.

Em seguida, meu olho grudou em dois vestidos nesse tom meio lilás, meio lavanda, que me lembraram a cor do ano (se você não sabia, estou te apresentando a uma variação do “ultravioleta”, eleita como a cor de 2018).

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Meu preferido em todo o passeio. Pelo amor dos anjos! Me lembrou um modelo usado pela Camila Belle há alguns anos (na época, fiquei encantada com a estampa na saia).

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Preço? R$ 400 à vista, garotas. YES! Pelo preço de uma locação o vestido muso vai morar na casa da gente. Se não estivesse com todas as minhas finanças até os próximos 85 anos envolvidas num projeto secreto, saía comprando tudo. Dá uma olhada em como a estampa da saia é divina. I’M IN LOVE!

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A barganha da visita ao Shopping Total ficou por conta deste vestido abaixo: R$ 200. Aham, isso mesmo.

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Cor incrível, caimento idem. E o decote com drapeado me lembrou um modelo usado pela Meghan Markle, nossa futura princesa.

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Fechei o meu tour com um curtinho, que é escolha de muitas formandas. Minha inspiração foi ninguém mais, ninguém menos que a minha musa Taylor Swift, com modelo de forro nude com aplicações por cima.

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Curti muito nesse a renda ter um toque levemente metalizado e as mangas terem um bom balanço entre o “mostra e esconde”. Confesso: não sou muito fã do estilo “transparência falsa” quando tem mais painéis nude do que cor.

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Zoom nas lojas e sapato? Partiu! Essa sandália é modinha do momento, com laços em um dourado que casa com tudo.

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Nas joias, mesclei um trio de anel, colar e brincos em verde esmeralda bem levinhos para não comprometer o decote do vestido verde e nem competir com o excesso de informação do modelo curtinho. Elas são da Galy by Paola, mas olha só: existem duas Galy no Shopping Total. Estas joias são da loja do segundo piso, tá?

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Para os modelos dourado e lavanda, fui com um duo de brinco mais pesado  e anel que unem cor com brilho. Estou encantada pela peça com leve toque de verde. Olha como ficou linda com o vestido lavanda!

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O make e cabelo da Bianca foram feitos no Le Salon, lá no Shopping Total. E a maquiagem foi feita com produtos Vult, no estande lindo da Panvel.

Antes de dar tchau, deixa eu mostrar uma coisa que achei durante as andanças pelo shopping: anel de formatura. Eu simplesmente AMO a tradição de dar de presente para o formando um anel com a pedra do seu curso. Eu ganhei na minha formatura e foi um dos momentos mais especiais. Vai um fica a dica? Na loja Gabriel Joalheria, tem anel de todos os cursos. E eles também têm a tabelinha que mostra qual pedra é de qual área de estudo.

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A promo #FORMOU, garotas, está com dias contados. Eu iria HOJE mesmo no Shopping Total olhar os vestidos, pois 50% não é todo dia que rola nessa vida. 

Thanks pelo convite, Shopping Total. De coração: passou a ser minha opção número 1 em Porto Alegre quando for comprar vestidos de festa!

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Oi! Eu faço 40 anos amanhã!

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Por Gabi Chanas em Gabi Chanas

Amanhã eu faço 40 anos. Qua-ren-ta-a-nos. Vem cá, para onde foi esse tempo que passou por mim mais rápido do que meu salário na conta no começo do mês?

Andei pensando muito sobre o quanto é bizarro estar fazendo 40. Qua-ren-ta. Eu não me sinto com 40. Não me visto como uma mulher de 40. Não fiz tudo o que uma mulher de 40 deveria ter feito na vida (antes de me xingar sobre esse parágrafo, lê o restinho do texto, tá?).

Comecei a ficar incomodada, mas se as últimas quatro décadas de vida me ensinaram alguma coisa, uma foi entender de onde vêm os grilos na minha cabeça e decidir se eu deixo os danados fazendo cri-cri sem fim ou se conduzo os bonitos para o jardim mais próximo e mando eles irem viver a vida sem me encher os tubos.

Caraca, que coisa é essa de “droga, estou fazendo 40, mas não me sinto com 40 e nem tenho histórico de vida compatível com o de uma mulher de 40?”.

Pega uma cerveja, senta no solzinho e vai analisar, Gabrieli. Pensa aqui, toma um gole ali e cheguei a uma resposta: o grilo de fazer 40 anos estava ali porque as minhas configurações mentais sobre o que é ter essa idade estavam totalmente desatualizadas. 

Quando eu tinha 7 anos e estava começando a entender o mundo, minha mãe tinha 40. Era uma mulher casada há 21 anos, com duas filhas, uma carreira consolidada, cabelo curtinho.

Mas qual é a de citar o cabelo curtinho?

Por sei lá qual motivo, cresci achando que uma mulher, conforme envelhecia, deveria ir encurtando o cabelo. Na minha infância, era “feio” mulher mais velha ter cabelo comprido. Hoje esse padrão de corte relacionado com idade até aparece um pouquinho, mas bem mais por opção do que por imposição da sociedade. Mas é fato: para a pequena Gabi, que via todas as suas tias de cabelo curto, o marco da virada dos 40 era passar a tesoura.

Faço meus 40 com bem menos milestones que a minha mãe: estou casada há 7 anos, não tenho filhos, fiz há apenas 3 anos uma guinada brusca de carreira (que ainda não sei se vai me render os frutos que espero) e meu cabelo está na altura dos ombros. Poderia estar mais comprido, mas fui encurtando ele com os anos não por sentir que a sociedade me cobrava isso, mas por pura impaciência de passar horas manejando o secador.

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Meu cabelo muso passando pela sua timeline porque eu fiz mechas no sábado passado com meu hair stylist preferido na vida (o Léo) e estou amando!

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E já que falei em cabelo, interrompemos este post para mostrar o meu histórico capilar desta vida so far. Destaque maravilhoso para a foto do meio na coluna de baixo. Ah, o corte Chitãozinho e Xororó dos anos 90…

Comecei a analisar a vida das amigas que já fizeram 40 e não reconheci em nenhuma das mais próximas o mesmo padrão de vida dos 40 da minha mãe. Nem mesmo a minha irmã, quase 10 anos mais velha do que eu, lembra o que era a Dona Nelma lá nos seus 40. Ok, a Claudya está casada há mais de 20 anos, tem filhos, tem um neto (GENTE!), mas ainda arrisca guinadas na carreira, tem mil grupos de amigas, vive me convidando para viajar, é extrovertida e se veste de um jeito que eu amo.

Ah, vamos falar sobre o modo de se vestir, sim.

Com 40 anos, a mãe se vestia de uma forma muito conservadora, que casava mais com o estilo de uma mulher de 60 da época. Hoje eu estou aqui vestida com pantacourt (homens, isso é uma calça da moda, tá?), camisetinha divertida da Forever 21, sandália Melissa, rabo de cavalo alto arrematado com um prendedor que imita um laço. Se me teletransportasse para a época dos 40 anos da mãe, seria vista como uma aberração, como uma quarentona querendo se passar por adolescente.

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Aí em cima eu toda plena com 5 anos (a mocinha de body vermelho e saia branca), desfilando como princesa da banda da escola, com a minha mãe à frente (de calça bege e blusa estampada). De jeito nenhum ela usava saia acima do joelho nem vestido mais colado. Esse era o máximo de decote e blusa sem mangas era raridade.

Depois de umas três cervejas, entendi: os anos passaram, as mulheres foram conquistando mais liberdade, foram rompendo barreiras. Hoje, a maior parte dos casamentos acontece na faixa dos 32 anos (é dado do IBGE), não mais na casa dos 20. Mulheres estão tendo filhos mais tarde (não aos 22, como a mãe teve a Claudya). Estão entrando nos seus 40 fazendo mil especializações e a gente lê todo dia histórias inspiradoras de mulheres que largaram carreiras consolidadas e empreenderam em novas bandas para fazer o que realmente gostavam.

Vale um recorte aqui: nos tempos atuais, não há nada de errado em ter filhos e se casar com vinte e poucos anos. Não é errado ter cabelo curto (incrível como essa coisa do corte de cabelo me marcou). Não tem problema nenhum ser dona DA casa, querer ficar no mesmo emprego até se aposentar. O que eu pontuo aqui é que crenças que a gente tinha há décadas sobre o que deveria ser uma mulher de 40 anos, mudaram. “Os 40 são os novos 30”. São, sim. Especialmente na visão da minha mãe. Ela me vê com 40 anos fazendo o que ela fez na finaleira dos 20, começo dos 30.

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Meus 40 chegam amanhã sem o peso de não ter completado o passo a passo da minha mãe. Faço 40 celebrando novos tempos, onde o comportamento da mulher não se define por décadas, mas pelo seu jeito particular de analisar o mundo e decidir como vai viver a sua vida.

Ontem a minha irmã me ligou e me disse: “eu vim quase 10 anos antes de ti para chegar neste momento e dizer que os 40 são fantásticos”. Amém, mana! Parece que será bem divertido!

PS: estou pensando em comemorar meu aníver de 40 num bar inspirado em drag queens. Isso é aniversário com cara de mulher de 40 anos. E de 50, de 60, de 70, de quantos anos a gente quiser. 

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Só mais uma coisinha. Será que era tendência na época dos 30 da minha mãe ERRAR O NOME DA PRÓPRIA FILHA NA LEMBRANCINHA DE NASCIMENTO? O meu nome tem um L só, mas a minha mãe amada meteu dois na lembrancinha. E corre os olhos mais para baixo, amiga. A praga da minha irmã, furiosa por não ter sido mencionada, pegou um a um dos cartões e escreveu um “E FAMILHA” embaixo. Ai, minha Nossa Senhora da Gramática. Essa Claudya me mata!

Eu tenho pai: mas até quando?

Por Gabi Chanas em Gabi Chanas

Título meio forte para um post, eu sei. Mas, nos últimos anos, essa pergunta me massacra, me inquieta, me faz chorar. Eu tento afastar o pensamento da cabeça, mas ele insiste em voltar. Hoje meu pai faz 76 anos. Está inteiraço, apesar de ter o coração todo remendado. Eu e a minha mana achamos que ele irá mais longe que todos nós, mas estou vendo muitos amigos da minha idade se despedindo dos seus pais e mães. A ficha começou a cair devagarinho e eu achei que deveria me preparar: não são mais muitos aniversários que eu vou passar com o “véio Plínio”.

Meu pai é um grande contador de histórias, escreve poesias, tem uma vida cheia de emoções. Quando a gente se vê ele me conta as mesmas histórias sempre. Lá pelos meus 20 e poucos eu largava uns “pai, o senhor já me contou isso”. Hoje, quando ele começa a recitar poemas, falar de quando era criança, eu viro discretamente o celular para ele e gravo em vídeo. Sem ele ver. Sem ele saber. É que eu tenho medo de esquecer de alguma dessas histórias um dia. E elas são tão especiais que merecem passar por gerações e gerações na minha família.

“Ah, mas só pensa no teu pai?”. 

Não. Perder a minha mãe seria igualmente desolador. Mas o pai é (lá vem clichê) meu melhor amigo. Eu sou parecida com ele, física e psicologicamente falando. Dizem que somos o focinho um do outro. Vocês podem avaliar abaixo.

Nunca deixei de curtir os momentos com o meu pai. Não tenho nenhuma urgência de mudar meu comportamento e me esforçar para passar mais tempo com ele para não me arrepender depois. Estou bem nesse quesito. A gente se fala por telefone, a gente bebe cervejas e vinho juntos, a gente passa horas conversando (na real, ele falando e eu ouvindo – eita, homem que gosta de falar), a gente samba, a gente se joga em piscinas de bolinhas. A gente ri mais do que o normal.

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Não sei mais como afastar o tal pensamento sobre uma despedida dele ali na frente. Não sei se todo mundo que tem pais com idade mais avançada já passa ou passou por isso. Que grande porcaria é ter esse sentimento. Que grande *m é não conseguir correr com ele da minha cabeça e substituir pelos momentos bons.

Eu simplesmente não sei como.

Quer comprar o sapato da Meghan Markle?

Por Gabi Chanas em Gabi Chanas

Eu não sei o que é que bate no povo quando alguma famosa aparece usando um vestido, uma calça um sapato específico e todo mundo sai batendo cabeça atrás da peça, fazendo sair o site da loja, a peça esgotar rapidinho e os donos da marca abrirem uma espumante marota no fim do dia para celebrar o equivalente a um ano de vendas em 2 horas. Mas quem sou eu para criticar, né? Hoje, 27 de novembro de 2017, vim trabalhar usando o tênis da delegação britânica nas Olimpíadas do Rio.

Aham, aquele que pisca. Foi só os atletas aparecerem com ele que eu tive certeza de que nada mais importava na minha vida além de ter aquele tênis. Fucei, fucei. Achei. Comprei. Usei numa gincana e fez o maior sucesso. Mas daí passou a gincana e eu percebi que nunca mais teria onde usar o bendito sem chamar atenção e parecer uma doida. Hoje que me deu na telha que posso usar o tênis desligado, sem piscar. Sim, meu povo. O tênis liga e desliga. E carrega com cabo USB.

Tá, tá, mas deixa isso para depois. O sapato que importa hoje é o que a Meghan Markle usou para as fotos oficiais do noivado com o Príncipe Harry.

Prince Harry and Meghan Markle engagement announcement, Kensington Palace, London, UK - 27 Nov 2017

Fofos!

O casaco, coitado, esgotou em minutos. Mas o sapato ainda vive, minha gente! Aaaaaaaand tem entrega no Brasil! Então, se a senhorita curte fazer um look do dia by, Meghan, tá aí embaixo a fórmula.

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A Meghan usou scarpin de camurça da marca Aquazzura. O modelo se chama Matilde Crisscross Suede 105mm Pump. Onde tem? Na Neiman Marcus online tá até com desconto. Estava US$ 695 e caiu para US$ 417 (sabe-se lá se por causa das Black Fridays da vida ou se por esperteza da loja de fazer algo mega procurado ficar mais acessível). Apesar de estar em promo, ainda fica na casa dos R$ 1.500, o que é levemente fora da minha curva de gastos. Se por aí a grana estiver de boas, o link para comprar é esse aqui.

Eu olhei o sapato da Meghan, achei lindo e tive um momento flashback. Achei que já tinha visto em algum lugar. Pior: achei que já tinha quase comprado. E eu estava certa.

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Esse modelo aqui. É da Renner. Eu lembro de ter visto e ter amado. Mas ele está esgotado (clica aqui para ver o link de compra dele). Rolou uma lágrima aqui. VOLTA COM ELE, RENNER! POR FAVOR!

Enquanto espero o retorno da Renner (como se eu fosse a pessoa mais importante da vida e o Diretor de Marketing fosse berrar um “PAREM AS MÁQUINAS, VAMOS VOLTAR COM ESSE SAPATO JÁ!“), vou ligar meu tênis e mostrar para as gurias do escritório tomarem um susto. E, pensando bem, pode ser que ele não vá para o lixo tão cedo. Inspirada nos atletas britânicos eu posso ir para shows usando o tal. Daí na hora da música favorita eu fico só de meia balançando o tênis para não gastar a bateria do celular.

Te mete comigo!

Mais sobre Harry + Meghan: clica aqui pra ver meu vídeo de descontrole/não estou sabendo lidar com esse noivado.

Wianey, meu Tata, meu paizão pra sempre

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Por Gabi Chanas em Gabi Chanas

Escrevo aos prantos. Escrevo destruída. Mas escrever sobre as minhas perdas, meus sentimentos mais latentes, pelo menos pra mim, sempre foi uma forma de colocar para fora o que me consome por dentro.  É o que está acontecendo agora.

Acabei de ouvir na Rádio Gaúcha que morreu meu segundo pai, meu amigo, meu parceiro, meu padrinho de casamento. O cara que mais me ajudou na minha carreira. Um cara exemplar, amigo de todos. Meu paizão. Meu paizão.

Para quem conheceu o Wianey Carlet e para quem não conheceu também, espero honrar com essas palavras a grande pessoa que ele foi e sempre será.

Wianey era jornalista esportivo com décadas de experiência. No ar e no papel era chamado de “azedinho” por causa do seu perfil brabinho, reclamão, famoso por arrumar umas brigas com torcedores, dirigentes de clubes e com os colegas de microfone. Quantas e quantas vezes eu ouvi de amigos um “como é que tu aguenta o Wianey”. E eu sempre respondia contando quem era o verdadeiro Wianey. Bem diferente daquele personagem ranzinza que incorporou para falar de futebol. Quando desligava o microfone a gente via quem era ele. Um cara simples, humilde, com o melhor dos corações. Um cara que ajudava todo mundo e arrancava risadas pelos corredores. Era querido por todos os colegas. E, para mim, era meu exemplo de profissional.

Me aproximei do Wianey em 2007. A Rádio Gaúcha tinha programas gravados nos sábados pela manhã e a direção decidiu lançar um programa ao vivo para acompanhar a agilidade das notícias do fim de semana. Formataram um programa leve, misto de esporte, jornalismo, mas de uma forma descontraída, como pede um sábado de manhã. Batizaram de Supersábado e precisavam de dois apresentadores que tivessem aquele perfil jornalístico/descolado. Ideal seria que fossem um homem e uma mulher. A direção da rádio escolheu o Wianey, figuraça conhecida da audiência. E decidiram fazer um teste comigo como parceira dele.

Eu era produtora da rádio. Trabalhava nos bastidores. Tinha pouquíssima experiência com microfone. Fazia reportagens, mas nunca tinha apresentado um programa. Fomos para o tal do teste. Simulamos como se estivéssemos no ar. E a sintonia foi absurda, imediata. Formamos uma dupla e tanto. Eu tremia como vara verde no primeiro programa. Que responsa: estava do lado de um ícone do jornalismo, que poderia me fazer parecer uma boba despreparada. Só de sentar do lado dele me dava calafrios. Mas o que o Wianey fez? Minutos antes do programa entrar no ar ele me disse o quanto eu era perfeita para a função. Como eu iria amar. Como seria bacana.

Com os passar das semanas, o Wianey apagou um pouco o seu brilho para me deixar brilhar. Me dava espaço igual, me dava dicas quando entrava o intervalo. O reconhecimento que ganhei durante os 7 anos apresentando o Supersábado todo fim de semana se deve a ele. O Wianey poderia ter me apagado. Poderia ter feito do Supersábado o “programa do Wianey”com participação mínima minha. E nunca foi o que aconteceu. Nunca. Éramos o Tata e a Pispirica (nossos apelidos carinhosos que, às vezes, escapavam no ar).

Depois de 7 anos eu pedi demissão para poder me dedicar a outros projetos. No dia do programa de despedida ele me disse, no ar, as palavras mais doces que eu já ouvi. Para todos os milhares de ouvintes entenderem. Nos abraçamos, choramos. E eu jamais deixei de ouvir o Supersábado para ter a companhia dele no meu rádio.

Para eventuais leitores que tenham a lembrança do Wianey como o “azedinho” do esporte, me permitam contar algumas histórias maravilhosas do cara que eu conheci.

De tempos em tempos o Supersábado era apresentado fora do estúdio, em outras cidades. Era só a gente entrar na van (eu, produtores, técnicos de áudio, motorista) que o Tata começava a cantar sua musiquinha tradicional das viagens. E puxava um coro de “todo mundo, todo mundo!”. Não tinha viagem ruim com ele. “Dona Chiquinha o seu gato deu 25 pirocadas na bunda do meu / Dona Chiquinha o seu gato deu 25 pirocadas na bunda do meu / Seu deu, fez muito bem / Piroca não mata ninguém”. Típico Tata.

Uma outra vez o Wianey estava organizando a carteira e tirou um monte de contas de luz. De rabo de olho comecei a espiar os valores e dava mais de R$ 1 mil. Perguntei se ele tinha uma fábrica em casa e ele, completamente humilde, me disse que pagava as contas de várias pessoas além das contas da casa dele. Coração grande, grande.

Convidei o Tata para ser meu padrinho de casamento. E convidei no ar, durante um programa. Ele aceitou feliz e foi lá aprontar no grande dia. Quando eu saio da igreja, com os padrinhos alinhados na escada, dá para ouvir no vídeo um grito de “finalmente desencalhou”. De quem será que era?

Certa vez eu passei pela maior tristeza da minha vida. Um problema de saúde envolvendo alguém querido. Chorei dias a fio. E em todos estes dias o Wianey me ligou para saber como eu estava. Em todos. 

O Wianey sabia que eu sou colorada fanática. Que ia aos jogos e ficava roendo as unhas. Certa vez ele me disse antes de uma partida que o Inter iria ganhar de 2×0. E ganhou. Daí eu passei a considerar ele um oráculo. Sempre antes de qualquer jogo eu ligava para ele em busca de boas previsões. Sempre acertava: se o Inter iria ganhar, se iria perder. Em 2008 o Inter jogava pela Sul-Americana e a coisa não andava muito boa em campo. Comecei a ligar para ele de dentro do estádio. Em pânico de torcedora. Ele dizia” “Te acalma, Pispirica, que vai dar. Tô com a minha bola de cristal aqui. Vai ter gol no finalzinho”. E teve. Na prorrogação. 

Eu poderia escrever infinitamente sobre as qualidades do ser humano Wianey. De como era querido e amado por seus colegas. E de como era amado por mim e pela minha família. Meus pais consideravam o Tata como meu benfeitor, que me impulsionou a carreira ao me deixar brilhar, sem essa de ofuscar a novata. A gente se divertiu muito. Esse vídeo abaixo mostra. Nosso produtor me flagrou dançando ABBA enquanto rolava o intervalo. O Wianey foi cúmplice da pegadinha. Olha a cara de blasé do rapaz.

Tenho eterna dívida contigo, Tata. E vou te amar e relembrar tua bondade todos os dias da minha vida. Fica em paz, paizão. Eu te amo.